VGI Agentes

Vinícius Ferreira
Grupo(s): AtoresDiretoresProdutores

Vinícius Ferreira

Idiomas: Português • Espanhol • Inglês • Italiano
Faixa Etária: 30 a 50 anos
Gênero: Masculino
Altura: 1.80m

Release

Vinícius Ferreira, 43 anos, natural de Brasília, paulistano de coração e acolhida, em 20 anos de carreira, atuou em 41 filmes, 37 peças, 4 séries e 2 novelas.

Bacharel em Artes Cênicas, Diretor Executivo do TEATRO DA ROTINA – Associação (São Paulo) e membro da CIA. PLÁGIO DE TEATRO (Brasília), desenvolve ininterruptamente sua trajetória teatral atuando também como iluminador, produtor, gestor e fomentador cultural.

Foi ator do emblemático espetáculo CRU, que nos anos de 2012 e 2013, aclamou-se como uma obra genuína de grande repercussão no cenário nacional obtendo louros de crítica e público nas principais capitais brasileiras.

Em 2015, recebeu o premio de melhor ator no 13º FESTIVAL DE CINEMA DE SANTOS pelo filme TEMPO É MORFINA, de Daniel Queija e Kamilli Semenov. Anos antes, em 2009, foi a vez do FESTIVAL CINE CULTURA VIVA, em sua primeira edição, contempla-lo com o prêmio de melhor ator pelo filme PARA PEDIR PERDÃO, de Iberê Carvalho, que no mesmo ano consagrou-se vencedor do prêmio coral de melhor curta de ficção do 31º FESTIVAL DEL NUEVO CINE LATINOAMERICANO, em Havana/Cuba.

Neste ano, perticipou da macrossérie JEZABEL (Record) e ingressou no curso de formação em BALÉ CLÁSSICO da Escola de Dança do Theatro Municipal de São Paulo.

Em 2018, protagonizou a série BANALIDADE DO MAL (Prime Box), direção de Fábio Canale; atuou em O DOUTRINADOR (Space), direção de Fabio Mendonça e Gustavo Bonafé; e na 2ª temporada de CARCEREIROS (Globo), direção de José Eduardo Belmonte.

Em 2015, atuou no premiado longa-metragem O ÚLTIMO CINE DRIVE-IN, de Iberê Carvalho, ao lado dos atores Othon Bastos e Zé Carlos Machado. Lançado no mesmo ano, o filme torna-se o grande ganhador 43º FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO.

No início de 2014, junto aos atores Nelson Xavier e Juliana Paes, atua no longa A DESPEDIDA, de Marcelo Galvão, ganhador dos prêmios de melhor direção, melhor fotografia, melhor ator e melhor atriz do 42º FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO. Também em 2014, com a atriz Isis Valverde e o veterano Antonio Calloni, atuou no longa-metragem FAROESTE CABOCLO, de René Sampaio, inspirado na música homônima de Renato Russo, que além de sucesso de bilheteria, consagrou-se vencedor da 13º EDIÇÃO do GRANDE PRÊMIO DO CINEMA BRASILEIRO.

No ano de 2013, teve seu primeiro protagonista em longas-metragens no ‘road-movie’ UMA DOSE VIOLENTA DE QUALQUER COISA, de Gustavo Galvão, obtendo importantes críticas no cenário de filmes independentes brasileiros.

Nos últimos anos atuou nos longas-metragens DISFORIA (2018), de Lucas Cassales; MARÉS (2017), de João Paulo Procópio; SOBRE RODAS (2016), de Mauro D’Addio; e TAIS E TAIANE (2015), de Augusto Sevá; Nos anos de 2012, 2013 e 2015 foi o apresentador oficial do FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO, que além de ser o mais antigo do país é atualmente o de maior valor em premiação.

Em 2007, foi diretor artístico, produtor executivo e interprete do musical CÁSSIA ELE, uma homenagem autorizada à cantora Cássia Eller.

Histórico

TELEVISÃO

– 2019 – JEZABEL (Macrossérie / Record) – Direção Alexandre Avancini
– 2018 – CARCEREIROS (Série / Globo) – Direção José Eduardo Belmonte
– 2018 – O DOUTRINADOR (Série / Space) – Direção Fabio Mendonça e Gustavo Bonafé
– 2018 – BANALIDADE DO MAL (Série / Prime Box) – Direção Fábio Canale
– 2015 – CÚMPLICES DE UM RESGATE (Telenovela / SBT) – Direção Reynaldo Boury

 

CINEMA

Longas [destaques]
– 2018 – DISFORIA Direção Lucas Cassales – 2017 – MARÉS – Direção João Paulo Procópio
– 2016 – SOBRE RODAS – Direção Mauro D’Addio
– 2014 – A DESPEDIDA – Direção Marcelo Galvão – 2013 – O ÚLTIMO CINE DRIVE-IN – Direção de Iberê Carvalho – 2012 – UMA DOSE VIOLENTA DE QUALQUER COISA – Direção Gustavo Galvão
– 2012 – NOVE CRÔNICAS PARA UM CORAÇÃO AOS BERROS – Direção Gustavo Galvão
– 2011 – FAROESTE CABOCLO – Direção René Sampaio

Curtas [destaques]
– 2014 – TEMPO É MORFINA – Direção Daniel Queija e Kamilli Semenov
– 2010 – FALTA DE AR – Direção Érico Monnerat.
– 2009 – A MENINA ESPANTALHO – Direção Cássio Pereira dos Santos
– 2009 – PARA PEDIR PERDÃO – Direção Iberê Carvalho
– 2005 – RESIDUAL – Direção Sérgio Raposo

 

TEATRO [destaques]

– 2015 – BOCA DE OURO – Direção Flávia Pucci
– 2015 – NOCTILUZES – Direção de Sérgio Sartório
– 2013 – CRU – Direção de Alexandre Ribondi e Sergio Sartório – SESC / PALCO GIRATÓRIO / Circulação Nacional
– 2007 – CÁSSIA ELLER – Direção Arthur Tadeu Curado – FUNARTE / Brasília / DF – Turnê Internacional – América Central

Aptidões

■ Esportes
■ veículos
■ animais
■ marcenaria

Prêmios

2015 - melhor ator - 13º FESTIVAL DE CINEMA DE SANTOS - pelo filme TEMPO É MORFINA, de Daniel Queija e Kamilli Semenov.
2009 - melhor ator - 1º FESTIVAL CINE CULTURA VIVA - pelo filme PARA PEDIR PERDÃO, de Iberê Carvalho
2017 - melhor iluminação - PRÊMIO SESC do TEATRO CANDANGO - pelo espetáculo A AUTÓPSIA DE UM BEIJA-FLOR, da Cia Plágio de Teatro.
2014 - melhor iluminação - PRÊMIO SESC do TEATRO CANDANGO - pelo espetáculo NOCTILUZES, da Cia Plágio de Teatro.

Elementor #603

Vinícius Ferreira

Altura: 1.80m
Faixa etária:
Idiomas: Português • Espanhol • Inglês • Italiano

Release

Vinícius Ferreira, 43 anos, natural de Brasília, paulistano de coração e acolhida, em 20 anos de carreira, atuou em 41 filmes, 37 peças, 4 séries e 2 novelas.

Bacharel em Artes Cênicas, Diretor Executivo do TEATRO DA ROTINA – Associação (São Paulo) e membro da CIA. PLÁGIO DE TEATRO (Brasília), desenvolve ininterruptamente sua trajetória teatral atuando também como iluminador, produtor, gestor e fomentador cultural.

Foi ator do emblemático espetáculo CRU, que nos anos de 2012 e 2013, aclamou-se como uma obra genuína de grande repercussão no cenário nacional obtendo louros de crítica e público nas principais capitais brasileiras.

Em 2015, recebeu o premio de melhor ator no 13º FESTIVAL DE CINEMA DE SANTOS pelo filme TEMPO É MORFINA, de Daniel Queija e Kamilli Semenov. Anos antes, em 2009, foi a vez do FESTIVAL CINE CULTURA VIVA, em sua primeira edição, contempla-lo com o prêmio de melhor ator pelo filme PARA PEDIR PERDÃO, de Iberê Carvalho, que no mesmo ano consagrou-se vencedor do prêmio coral de melhor curta de ficção do 31º FESTIVAL DEL NUEVO CINE LATINOAMERICANO, em Havana/Cuba.

Neste ano, perticipou da macrossérie JEZABEL (Record) e ingressou no curso de formação em BALÉ CLÁSSICO da Escola de Dança do Theatro Municipal de São Paulo.

Em 2018, protagonizou a série BANALIDADE DO MAL (Prime Box), direção de Fábio Canale; atuou em O DOUTRINADOR (Space), direção de Fabio Mendonça e Gustavo Bonafé; e na 2ª temporada de CARCEREIROS (Globo), direção de José Eduardo Belmonte.

Em 2015, atuou no premiado longa-metragem O ÚLTIMO CINE DRIVE-IN, de Iberê Carvalho, ao lado dos atores Othon Bastos e Zé Carlos Machado. Lançado no mesmo ano, o filme torna-se o grande ganhador 43º FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO.

No início de 2014, junto aos atores Nelson Xavier e Juliana Paes, atua no longa A DESPEDIDA, de Marcelo Galvão, ganhador dos prêmios de melhor direção, melhor fotografia, melhor ator e melhor atriz do 42º FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO. Também em 2014, com a atriz Isis Valverde e o veterano Antonio Calloni, atuou no longa-metragem FAROESTE CABOCLO, de René Sampaio, inspirado na música homônima de Renato Russo, que além de sucesso de bilheteria, consagrou-se vencedor da 13º EDIÇÃO do GRANDE PRÊMIO DO CINEMA BRASILEIRO.

No ano de 2013, teve seu primeiro protagonista em longas-metragens no ‘road-movie’ UMA DOSE VIOLENTA DE QUALQUER COISA, de Gustavo Galvão, obtendo importantes críticas no cenário de filmes independentes brasileiros.

Nos últimos anos atuou nos longas-metragens DISFORIA (2018), de Lucas Cassales; MARÉS (2017), de João Paulo Procópio; SOBRE RODAS (2016), de Mauro D’Addio; e TAIS E TAIANE (2015), de Augusto Sevá; Nos anos de 2012, 2013 e 2015 foi o apresentador oficial do FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO, que além de ser o mais antigo do país é atualmente o de maior valor em premiação.

Em 2007, foi diretor artístico, produtor executivo e interprete do musical CÁSSIA ELE, uma homenagem autorizada à cantora Cássia Eller.

Histórico

TELEVISÃO

– 2019 – JEZABEL (Macrossérie / Record) – Direção Alexandre Avancini
– 2018 – CARCEREIROS (Série / Globo) – Direção José Eduardo Belmonte
– 2018 – O DOUTRINADOR (Série / Space) – Direção Fabio Mendonça e Gustavo Bonafé
– 2018 – BANALIDADE DO MAL (Série / Prime Box) – Direção Fábio Canale
– 2015 – CÚMPLICES DE UM RESGATE (Telenovela / SBT) – Direção Reynaldo Boury

 

CINEMA

Longas [destaques]
– 2018 – DISFORIA Direção Lucas Cassales – 2017 – MARÉS – Direção João Paulo Procópio
– 2016 – SOBRE RODAS – Direção Mauro D’Addio
– 2014 – A DESPEDIDA – Direção Marcelo Galvão – 2013 – O ÚLTIMO CINE DRIVE-IN – Direção de Iberê Carvalho – 2012 – UMA DOSE VIOLENTA DE QUALQUER COISA – Direção Gustavo Galvão
– 2012 – NOVE CRÔNICAS PARA UM CORAÇÃO AOS BERROS – Direção Gustavo Galvão
– 2011 – FAROESTE CABOCLO – Direção René Sampaio

Curtas [destaques]
– 2014 – TEMPO É MORFINA – Direção Daniel Queija e Kamilli Semenov
– 2010 – FALTA DE AR – Direção Érico Monnerat.
– 2009 – A MENINA ESPANTALHO – Direção Cássio Pereira dos Santos
– 2009 – PARA PEDIR PERDÃO – Direção Iberê Carvalho
– 2005 – RESIDUAL – Direção Sérgio Raposo

 

TEATRO [destaques]

– 2015 – BOCA DE OURO – Direção Flávia Pucci
– 2015 – NOCTILUZES – Direção de Sérgio Sartório
– 2013 – CRU – Direção de Alexandre Ribondi e Sergio Sartório – SESC / PALCO GIRATÓRIO / Circulação Nacional
– 2007 – CÁSSIA ELLER – Direção Arthur Tadeu Curado – FUNARTE / Brasília / DF – Turnê Internacional – América Central

Aptidões:

> Esportes

> veículos

> animais

> marcenaria
Prêmios:

• 2015 - melhor ator - 13º FESTIVAL DE CINEMA DE SANTOS - pelo filme TEMPO É MORFINA, de Daniel Queija e Kamilli Semenov.

• 2009 - melhor ator - 1º FESTIVAL CINE CULTURA VIVA - pelo filme PARA PEDIR PERDÃO, de Iberê Carvalho

• 2017 - melhor iluminação - PRÊMIO SESC do TEATRO CANDANGO - pelo espetáculo A AUTÓPSIA DE UM BEIJA-FLOR, da Cia Plágio de Teatro.

• 2014 - melhor iluminação - PRÊMIO SESC do TEATRO CANDANGO - pelo espetáculo NOCTILUZES, da Cia Plágio de Teatro.