Julia Lund
Grupo(s): Atores

Julia Lund

Faixa Etária: 30 a 40 anos
Gênero: Feminino
Altura: 1.62m

Release

Julia Lund é atriz e cofundadora do núcleo de pesquisa e criação artística Polifônica, através da qual idealizou e atuou nos espetáculos “Estamos indo embora…” (2015), “Amor em dois atos” (2016), pela qual foi indicada ao Prêmio APTR 2017 de melhor atriz protagonista, “Galáxias” (2018), “Tudo que brilha no escuro” seu primeiro solo teatral-audiovisual (2020) e em 2022 estreia “Na boca do vulcão” no Sesc Av. Paulista. Ainda pela Cia., em 2017 foi uma das artistas contempladas com uma bolsa de pesquisa do programa Estímulo à Criação, Experimentação e Pesquisa Artística da Faperj.

Cursou Artes Dramáticas na UniverCidade e é bacharel em teatro pela CAL, iniciou a sua carreira profissional no teatro em 2004 ao integrar a Cia. Teatro Autônomo, dirigida por Jefferson Miranda, tendo participado da criação dos espetáculos “E agora nada é mais uma coisa só” (2005); “Nu de mim mesmo” (2008); e “Série 21” (2010), atuando em todos eles ao lado de nomes como Malu Galli, Gisele Fróes, Miwa Yanagizawa, Adriano Garib e Otto Jr.

Fora da Cia. Teatro Autônomo, atuou em mais de vinte peças, entre elas “Beije minha lápide”, ao lado de Marco Nanini (2015); “Razões para ser bonita”, ao lado de Ingrid Guimarães (2015); “A conferência dos pássaros” ao lado de Carolina Kasting (2014); “Elefante” (2013), com a Probástica Cia.; “A Gaivota” (2012), de Tchekhov, com direção de Bruno Siniscalchi e supervisão de Bia Lessa; além de “Ricardo III” (2012), de Shakespeare, com direção de Claudio Baltar e Fábio Ferreira, numa coprodução com a Royal Shakespeare Company apresentada em Londres e em Stratford-upon-Avon.

Na TV Globo atuou recentemente na novela “A dona do pedaço” (2019), de Walcyr Carrasco, e na novela “Pega pega” (2018), de Claudia Souto; assim como também atuou na novela “Caras e bocas” (2009), de Walcyr Carrasco, e realizou diversas participações, entre as mais recentes nas séries “Filhas de Eva” e “Desalma”.

Ainda na TV, foi a protagonista do episódio “A gangue dos Palhaços” da série “Terrores urbanos” (2018, Record), assim como foi uma das protagonistas da série “Do amor” na 1º e 2º temporadas (2013, Multishow).

Histórico

TV

Série “Filhas de Eva” – Rede Globo (2020)

Série “Desalma”, personagem Odessa – Rede Globo (2020)

Novela “A Dona do Pedaço”, personagem Roma – Rede Globo (2019)

Série “Lendas Urbanas” protagonista do ep. “A gangue dos palhaços”– Record (2018)

Novela “Pega pega”, personagem Mônica – Rede Globo (2017/2018)

Série “Do Amor”, personagem Eva – 1º e 2º temporada – Multishow (2012/2-13)

Série “Grande Família”, personagem Namorada Tuco – Rede Globo (2013)

Novela “Caras e Bocas”, personagem Hannah – Rede Globo (2010)

Novela “Minha Terra, Minha Mãe”, personagem Karina – Co-produção Brasil-Angola – TPA (2008)

Novela “Malhação”, personagem Kátia – Rede Globo (2007)

Novela “Malhação”, personagem Gisele – Rede  Globo (2005)

 

Cinema

“Ninguém ama ninguém por mais de dois anos”- Nelson Rodrigues – Direção de Clóvis Melo

“As Horas Vulgares” – Longa metragem – Direção Rodrigo de Oliveira e Vitor Grazie

“Afetos Secretos” – Média metragem – Direção Graça Pizá

Teatro

“Tudo que brilha no escuro”, da Polifônica, com direção de Luiz Felipe Reis – (2020)

“Galáxias: Todo esse céu é um deserto de corações pulverizados”, da Polifônica, com direção de Luiz Felipe Reis – (2018).

“Amor em dois atos”, da Polifônica, com direção de Luiz Felipe Reis – (2016).

“Beije minha lápide”, com Marco Nanini e direção de Bel Garcia – (2015).

“Estamos indo embora…”, da Polifônica, com direção Luiz Felipe Reis – (2015).

“Razões para ser bonita”, com Ingrid Guimarães e direção de João Fonseca – (2015).

“A Conferência dos Pássaros”, direção de Mauricio Grecco – (2014).

“Elefante”, de Walter Daguerre, com direção de Igor Angelkorte – (2014).

“A Gaivota”, de Tchekhov, com direção Bruno Siniscalchi e supervisão Bia Lessa – (2013).

“Ricardo III” de Shakespeare, com direção de Claudio Baltar e Fabio Ferreira, numa coprodução da Royal Shakespeae Company (peça apresentada em Stratford-upon-Avon e Londres) – (2012).

“Naotemnemnome”, da Cia das Inutilezas, com direção Emanuel Aragão – (2012).

“Série 21” da Cia Teatro Autônomo, com direção Jefferson Miranda – (2011).

“Nu de Mim Mesmo”, da Cia Teatro Autônomo, com direção de Jefferson Miranda – (2010).

“E agora nada é mais uma coisa só”, da Cia Teatro Autônomo, com direção de Jefferson Miranda – (2008).

“Beijo na boca” de Carlos Thiré e Eduardo Albergaria, com direção de Carlos Thiré;

“O menino maluquinho” de Ziraldo, com direção de Felipe Camargo;

“A serpente” de Nelson Rodrigues, com diireção Christiane Jathay;

“Grease” com direção de Gabi Amaral e supervisão Sura Berditchevsky;

“Isso me é familiar” direção de Walesca Áreas e supervisão  Sura Berditchevsky.

Aptidões

■ Dança: Contemporâneo, Jazz
■ Esportes: Natação, Yoga, Musculação, Pilates

Prêmios

indicada ao Prêmio APTR 2017 de melhor atriz protagonista por “Amor em dois atos” (2016)

Locuções

Elementor #603

Julia Lund

Altura: 1.62m
Faixa etária:

Release

Julia Lund é atriz e cofundadora do núcleo de pesquisa e criação artística Polifônica, através da qual idealizou e atuou nos espetáculos “Estamos indo embora…” (2015), “Amor em dois atos” (2016), pela qual foi indicada ao Prêmio APTR 2017 de melhor atriz protagonista, “Galáxias” (2018), “Tudo que brilha no escuro” seu primeiro solo teatral-audiovisual (2020) e em 2022 estreia “Na boca do vulcão” no Sesc Av. Paulista. Ainda pela Cia., em 2017 foi uma das artistas contempladas com uma bolsa de pesquisa do programa Estímulo à Criação, Experimentação e Pesquisa Artística da Faperj.

Cursou Artes Dramáticas na UniverCidade e é bacharel em teatro pela CAL, iniciou a sua carreira profissional no teatro em 2004 ao integrar a Cia. Teatro Autônomo, dirigida por Jefferson Miranda, tendo participado da criação dos espetáculos “E agora nada é mais uma coisa só” (2005); “Nu de mim mesmo” (2008); e “Série 21” (2010), atuando em todos eles ao lado de nomes como Malu Galli, Gisele Fróes, Miwa Yanagizawa, Adriano Garib e Otto Jr.

Fora da Cia. Teatro Autônomo, atuou em mais de vinte peças, entre elas “Beije minha lápide”, ao lado de Marco Nanini (2015); “Razões para ser bonita”, ao lado de Ingrid Guimarães (2015); “A conferência dos pássaros” ao lado de Carolina Kasting (2014); “Elefante” (2013), com a Probástica Cia.; “A Gaivota” (2012), de Tchekhov, com direção de Bruno Siniscalchi e supervisão de Bia Lessa; além de “Ricardo III” (2012), de Shakespeare, com direção de Claudio Baltar e Fábio Ferreira, numa coprodução com a Royal Shakespeare Company apresentada em Londres e em Stratford-upon-Avon.

Na TV Globo atuou recentemente na novela “A dona do pedaço” (2019), de Walcyr Carrasco, e na novela “Pega pega” (2018), de Claudia Souto; assim como também atuou na novela “Caras e bocas” (2009), de Walcyr Carrasco, e realizou diversas participações, entre as mais recentes nas séries “Filhas de Eva” e “Desalma”.

Ainda na TV, foi a protagonista do episódio “A gangue dos Palhaços” da série “Terrores urbanos” (2018, Record), assim como foi uma das protagonistas da série “Do amor” na 1º e 2º temporadas (2013, Multishow).

Histórico

TV

Série “Filhas de Eva” – Rede Globo (2020)

Série “Desalma”, personagem Odessa – Rede Globo (2020)

Novela “A Dona do Pedaço”, personagem Roma – Rede Globo (2019)

Série “Lendas Urbanas” protagonista do ep. “A gangue dos palhaços”– Record (2018)

Novela “Pega pega”, personagem Mônica – Rede Globo (2017/2018)

Série “Do Amor”, personagem Eva – 1º e 2º temporada – Multishow (2012/2-13)

Série “Grande Família”, personagem Namorada Tuco – Rede Globo (2013)

Novela “Caras e Bocas”, personagem Hannah – Rede Globo (2010)

Novela “Minha Terra, Minha Mãe”, personagem Karina – Co-produção Brasil-Angola – TPA (2008)

Novela “Malhação”, personagem Kátia – Rede Globo (2007)

Novela “Malhação”, personagem Gisele – Rede  Globo (2005)

 

Cinema

“Ninguém ama ninguém por mais de dois anos”- Nelson Rodrigues – Direção de Clóvis Melo

“As Horas Vulgares” – Longa metragem – Direção Rodrigo de Oliveira e Vitor Grazie

“Afetos Secretos” – Média metragem – Direção Graça Pizá

Teatro

“Tudo que brilha no escuro”, da Polifônica, com direção de Luiz Felipe Reis – (2020)

“Galáxias: Todo esse céu é um deserto de corações pulverizados”, da Polifônica, com direção de Luiz Felipe Reis – (2018).

“Amor em dois atos”, da Polifônica, com direção de Luiz Felipe Reis – (2016).

“Beije minha lápide”, com Marco Nanini e direção de Bel Garcia – (2015).

“Estamos indo embora…”, da Polifônica, com direção Luiz Felipe Reis – (2015).

“Razões para ser bonita”, com Ingrid Guimarães e direção de João Fonseca – (2015).

“A Conferência dos Pássaros”, direção de Mauricio Grecco – (2014).

“Elefante”, de Walter Daguerre, com direção de Igor Angelkorte – (2014).

“A Gaivota”, de Tchekhov, com direção Bruno Siniscalchi e supervisão Bia Lessa – (2013).

“Ricardo III” de Shakespeare, com direção de Claudio Baltar e Fabio Ferreira, numa coprodução da Royal Shakespeae Company (peça apresentada em Stratford-upon-Avon e Londres) – (2012).

“Naotemnemnome”, da Cia das Inutilezas, com direção Emanuel Aragão – (2012).

“Série 21” da Cia Teatro Autônomo, com direção Jefferson Miranda – (2011).

“Nu de Mim Mesmo”, da Cia Teatro Autônomo, com direção de Jefferson Miranda – (2010).

“E agora nada é mais uma coisa só”, da Cia Teatro Autônomo, com direção de Jefferson Miranda – (2008).

“Beijo na boca” de Carlos Thiré e Eduardo Albergaria, com direção de Carlos Thiré;

“O menino maluquinho” de Ziraldo, com direção de Felipe Camargo;

“A serpente” de Nelson Rodrigues, com diireção Christiane Jathay;

“Grease” com direção de Gabi Amaral e supervisão Sura Berditchevsky;

“Isso me é familiar” direção de Walesca Áreas e supervisão  Sura Berditchevsky.

Aptidões:

> Dança: Contemporâneo, Jazz

> Esportes: Natação, Yoga, Musculação, Pilates
Prêmios:

• indicada ao Prêmio APTR 2017 de melhor atriz protagonista por “Amor em dois atos” (2016)


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